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segunda-feira, 11 de março de 2013

Hoje na Aula

Materiais de Construção Civil

1a lista de MCC  – Prof. Barbieri   5o Sem.

1) O que diferencia a nível estrutural as propriedades entre o diamante e o grafite?

2) O que torna os materiais a terem alta dureza, alto ponto de fusão e baixa dilatação térmicas?

3) Do que é formado átomo?

4) Qual é:
  
a) Peso do próton e elétrons
b) Tamanho atômico de um átomo
c) Relação de tamanho entre o núcleo e a eletrosfera
d) Carga do elétron
  
5) O Diamante e a grafita são duas substâncias formadas a partir de átomos de Carbono e, no entanto apresentam propriedades muito diferentes. Assinale a alternativa incorreta.
  
a) No diamante a ligação entre os átomos de Carbono tem uma geometria hexagonal que dá simetria espacial ao cristal conferindo-lhe altíssima dureza.
b) A grafita pode conduzir eletricidade.
c) No Diamante a ligação entre os átomos de Carbono tem geometria tetraédrica.
d) A grafita tem estrutura cristalina hexagonal compacta.
e) As ligações dos átomos de Carbono no Diamante são de natureza covalente.
  
6) Qual a influencia da força de atração, repulsão e energia de ligação em função da distância dos elétrons ao núcleo
  
7) Calcule a força de repulsão da substância Na2O.
Dados:     rNa+ = 0,098nm     rO-2 = 0,132 nm     K0=  9.109V.m/C
 a) 8,64.10-9N
b) 34,64.10-9N
c) 18,68.10-9N
d) 8,64.10-9N
e) 28,34.10-9N
  
8) MgO e NaCl são comparáveis , exceto que os íons Mg+2 e O-2 são bivalentes e os íons Na+ e Cl- são monovalentes. Consequentemente, a distância interatômica  Mg---O é 0,21nm, enquanto que a outra é 0,28nm.Compare as forças de atração coulombiana (⇔) que se desenvolvem nestas distâncias para os dois pares de íons.   Dados: K0 = 9.109 V.m/C
a) FMg ⇔ O = 0,20.10-9 N  e FNa ⇔ O = 2,98.10-9 N
b) FMg ⇔ O = 3,99.10-9 N  e FNa ⇔ O = 3,98.10-9 N
c) FMg ⇔ O = 19,90.10-8 N  e FNa ⇔ O = 1,98.10-8 N
d) FMg ⇔ O = 9,80.10-9 N  e FNa ⇔ O = 0,98.10-9 N
e) FMg ⇔ O = 59,89.10-9 N  e FNa ⇔ O = 6,98.10-9 N

9) Dada as proposições

I- Ligação covalente ou molecular é aquela que se dá por compartilhamento de elétrons.
II- A ligação covalente é a principal responsável pela formação das estruturas moleculares dos compostos orgânicos.
III- Alguns compostos cerâmicos têm ligações covalentes predominantes.

Podemos afirmar que:
a) I, II e III estão incorretas.
b) Somente I e II estão incorretas.
c) I, II e III estão corretas.
d) Somente a I está incorreta.
e) Somente II e III estão incorretas.

10)  Explique sucintamente como é  caracterizada a  ligação

a) Iônica
b) Covalente
c) Metálica

11) Faça a distribuição eletrônica dos elementos sódio (Na) e cloro (Cl) e mostre:

a) quantos elétrons apresentam na última camada dos dois elementos;
b) mostre a notação de Lewis;
c) que tipo de ligação ocorre neste tipo de composto?

12) Faça a distribuição eletrônica das seguintes substâncias a partir das fórmulas moleculares, mostre as fórmulas estruturais e eletrônicas.                                                                                                                           
    

           a) H2                    
           b) N2                                  
           d) HCN
           e) CO2
           f) O2

domingo, 10 de março de 2013

Dica


Dicas Para Preservar Seu Notebook!

O uso de notebooks, e seus derivados, vem se tornando muito comum nos últimos anos. A praticidade e a portabilidade são os principais fatores observados por quem procura um computador portátil. Pensando nisso, fizemos um tutorial especial para você, que tem a pouco tempo, ou está pensando em adquirir uma máquina. São dicas simples que se forem lembradas na hora do uso do equipamento podem melhorar, e muito, a longevidade da sua máquina. Então vamos lá:
Dica 1 – Limpeza: Durante o uso da máquina é notável uma camada de partículas (poeira, restos de comida e etc) na superfície da maquina. Para limpar utilize pano macio e que não solte pelos. Nada de detergente e outros produtos de limpeza. Se for fazer uma limpeza utilizando algum produto, use álcool isopropílico, geralmente vendido em lojas de informatica.
Dica 2 – Tela: Evite toca a tela com os dedos, principalmente se você estiver comendo algum alimento gorduroso,  batata frita por exemplo.  A tela é a parte mais cara do seu computador, então tenha bastante cuidado. Até porque ninguém gosta de uma tela cheia de manchas de dedos engordurados.
Dica 3 – Teclado: O teclado é o rei da acumulação de poeira, tando nos notebooks como em periféricos de computadores pessoais, para realizar a limpeza utilize um pincel macio removendo com cuidados toda a poeira e outros resíduos.  O uso de uma aspirador de pó também é aconselhável.
Dica 4 – Aquecimento: O vilão dos notebooks atualmente se chama aquecimento. Pode ser que você não tenha notado, mas no fundo da sua maquina existe um aviso: Não utilize o equipamento diretamente sobe partes do corpo. Isso acontece porque o processador (hardware que processa e executa todas as informações da maquina), gera muito calor, que geralmente é dissipado e acaba transmitindo calor para algumas partes especificas da maquina. Não obstrua a saída de ar e não use o notebook sobre cobertores e almofadas. Uma solução para superaquecimento das maquinas é o uso de um cooler externo.
Além dessas dicas, criamos uma seção especial para um hardware que precisa de bastante atenção: A bateria. A maior reclamação dos usuários de notebooks é que com o tempo, a bateria não consegue manter a autonomia da carga, ou seja,  a baterias vai descarregando mais rápido. Veja alguma dicas para manter a autonomia da sua bateria.
Dica 5 – Minimize o numero de ciclos: Um ciclo de carga é o tempo em que o usuário carrega a bateria, 100% de carga,  e leva a mesmo para o nível minimo de energia, 0 %. Evite usar sua bateria o máximo que você puder. Quando isso não for possível desligue o  Bluetooth e o Wi-Fi quando não precisar usá-los e remova periféricos também em desuso.
Dica 6 – Remova a bateria quando ela estiver em desuso: A taxa de descarga espontânea de uma bateria de íon de lítio será maior se ela for deixada em um notebook desligado por mais de duas semanas.
Dica 7 – Evite guardar sua bateria descarregada: Deixar a bateria descarregada por muito tempo acelerará a diminuição da capacidade total de carga. Manter a bateria com muita carga em um ambiente com temperatura alta por muito tempo também acelera a perda de capacidade. Resumindo: ao remover a bateria não guarde-a totalmente carregada ou descarregada. O ideal é guardá-la com a metade da carga – entre 40-50% da carga total.
Seguindo essas dicas você aumenta perceptivelmente a longevidade e a conservação da sua maquina. Espero que gostem do tutorial e não deixem de comentar!
Fonte: Nerd4

quarta-feira, 6 de março de 2013

Hoje na Aula

Laboratório de Topografia (sábado)

Semana Impar:
08h00 - 09h40 Turma L1
10h00 - 11h40 Turma L3
12h00 - 13h40 Turma L6
14h00 - 15h40 Turma L8

Semana Par:

08h00 - 09h40 Turma L2
10h00 - 11h40 Turma L4
12h00 - 13h40 Turma L5
14h00 - 15h40 Turma L7


Erros de Topografia:
  • Erro grosseiro:são aqueles ocasionados pela falta de cuidado do operador. Os mais comuns são: erro na leitura dos ângulos, erro na leitura da régua graduada, ponto visado errado, aparelho fora de prumo, aparelho fora de nível, etc;
  • Erro sistemático: são aqueles ocasionados por defeitos ou imperfeições dos instrumentos ou aparelhos utilizados nas medições. Alguns destes erros são classificados como erros acidentais e ocorrem ocasionalmente, podendo ser evitados e/ou corrigidos com a calibragem constante dos aparelhos;
  • Erro acidental ou natural: são aqueles ocasionados por fatores ambientais, ou seja, temperatura, vento, pressão atmosférica, ação da gravidade, etc.
Métodos de medição:
  • Medição a passos: usada para medições aproximadas e planejamento preliminar;
  • Medição a trena: sobre o solo ou sobre terrenos inclinados;
  • Medição eletrônica: medição por ondas de energia eletromagnética, proporcionam rapidez e boa precisão.
Equipamentos de medição linear
  • Trena;
    • Trena de Aço
      • São feitas de uma lâmina de aço inoxidável;
      • A trena é graduada em metros, centímetros e milímetros só de um lado;
      • A largura destas trenas varia de 10 a 12mm;
      • O comprimento das utilizadas em levantamentos topográficos é de 30, 60, 100 e 150 metros;
      • Normalmente apresentam-se enroladas em um tambor ou cruzeta, com cabos distensores nas extremidades;
      • Por serem leves e praticamente indeformáveis, os levantamentos realizados com este tipo de dispositivo nos fornecem uma maior precisão nas medidas, ou seja, estas medidas são mais confiáveis;
      • Desvantagens: as de fabricação mais antiga, enferrujam com facilidade e, quando esticadas com nós, se rompem facilmente. Além disso, em caso de contato com a rede elétrica, podem causar choques. As mais modernas, no entanto, são revestidas de nylon ou epoxy e, portanto, são resistentes à umidade, à produtos químicos, à produtos oleosos e à temperaturas extremas. São duráveis e inquebráveis.
    • Trena de Lona
      • É feita de pano oleado ao qual estão ligados fios de arame muito finos que lhe dão alguma consistência e invariabilidade de comprimento;
      • É graduada em metros, centímetros e milímetros em um ou ambos os lados e com indicação dos decímetros;
      • O comprimento varia de 20 a 50 metros;
      • Não é um dispositivo preciso pois deforma com a temperatura, tensão e umidade (encolhe e mofa);
      • Pouquíssimo utilizada atualmente.
    • Trena de Fibra de Vidro
      • É feita de material bastante resistente (produto inorgânico obtido do próprio vidro por processos especiais);
      • Conforme figura a seguir, pode ser encontrada com ou sem envólucro e, este, se presente, tem o formato de uma cruzeta; sempre apresentam distensores (manoplas) nas suas extremidades;
      • Seu comprimento varia de 20 a 50m (com envólucro) e de 20 a 100m (sem envólucro);
      • Comparada à trena de lona, deforma menos com a temperatura e a tensão;
      • Não se deteriora facilmente;
      • É resistente à umidade e à produtos químicos;
      • É bastante prática e segura.
  • Distanciômetro:
    • É um equipamento exclusivo para medição de distâncias (DH, DV e DI);
    • A tecnologia utilizada na medição destas distâncias é a do infravermelho;
    • A precisão das medidas depende do modelo de equipamento utilizado;
    • É normalmente utilizado acoplado a um teodolito ótico-prismático convencional ou a um teodolito eletrônico;
    • O alcance deste equipamento varia entre 500m a 20.000m e depende da quantidade de prismas utilizados para a reflexão do sinal, bem como, das condições atmosféricas;
    • Quanto maior a quantidade de prismas acoplados ao bastão, maior é o alcance do equipamento.
  • Estação total: 
    • De acordo com KAVANAGH e BIRD (1996), uma estação total é o conjunto definido por um teodolito eletrônico, um distanciômetro a ele incorporado e um microprocessador que automaticamente monitora o estado de operação do instrumento. Portanto, este tipo de equipamento é capaz de medir ângulos horizontais e verticais (teodolito) e distâncias horizontais, verticais e inclinadas (distanciômetro), além de poder processar e mostrar ao operador uma série de outras informações, tais como: condições do nivelamento do aparelho, número do ponto medido, as coordenadas UTM ou geográficas e a altitude do ponto, a altura do aparelho, a altura do bastão, etc.
  • Mira:
    • É uma régua de madeira, aluminio ou PVC graduada em m, dm, cm e mm; utilizada na determinação de distâncias horizontais e verticais entre pontos.


Roteiro de Instalação de Teodolito.
  • Colocar o teodolito no tripé;
    • Encontrar o ponto topográfico;
    • Colocar os pés do tripé eqüidistante do ponto topográfico;
    • Fixar o teodolito ao tripé através do parafuso fixador da base do tripé;
    • Ajustar a altura do aparelho (Luneta), com o operador, através do ajuste do tripé;
    • Fixar o movimento geral através do parafuso;
    • Colocar os parafusos calantes de forma eqüidistante (3mm).
  • Instalação do teodolito sobre o ponto topográfico através do prumo óptico;
    • Fixar ao terreno um dos pés;
    • Segurar com as mãos os pés restantes, deixando o polegar no meio das ranhuras;
    • Olhar através do prumo óptico e suspender os pés procurando encontrar o ponto topográfico;
    • Encontrado o ponto topográfico, coincidir o centro do prumo com o ponto, baixar os pés até o terreno fixando-os;

  • Nivelar a base do tripé;
    • Nivelamento através da bolha de nível circular:
      • Posicionar uma das mãos no embolo do pé, para o seu deslocamento;
      • Com a outra mão liberar o movimento (borboleta);
      • Executar o movimento até que a bolha esteja centralizada;
      • Este movimento é alternado de um pé para o outro até que a bolha esteja centralizada.
  • Nivelar o teodolito;
    • Nivelamento através da bolha de nível tubular;
      • Colocar o nível tubular paralelo a dois calantes;
      • Movimentar simultaneamente, ambos parafusos calantes, em sentido contrário porém realizando o mesmo percurso até centralizar a bolha;
      • Girar o teodolito 90o a direção anterior, em relação aos dois parafusos calantes;
      • Movimentar somente o parafuso calante oposto aos dois até centralizar a bolha;
      • Repete-se o procedimento até que bolha esteja centralizada em todas as direções;
      • Verificar se o prumo óptico encontra-se sobre o ponto topográfico;
      • Caso não se encontre, frochar com 3 voltas o parafuso fixador da base do tripé à base do teodolito, deslocando a base do teodolito paralelamente aos lados da base do tripé, até coincidir o prumo óptico com o ponto topográfico.

Fonte: Site 1, material dado em aula.

Hoje na Aula

Topografia


Escala e desenho topográfico
O desenho topográfico é a projeção de todas as medidas obtidas no terreno sobre o plano do papel. Neste desenho, os ângulos são representados em verdadeira grandeza e as distâncias são reduzidas segundo uma razão constante. A esta razão constante denomina-se ESCALA.
Escala é a relação constante entre o valor de uma distância medida no desenho e sua correspondente no terreno.  Esta relação pode ser expressada de duas formas:
  • Escala Numérica
  • Escala Gráfica

Escala Numérica
Indica a relação entre um comprimento em sua representação e o comprimento correspondente no terreno, em forma de fração:


Onde:
E = Denominador da escala
d = distância medida na representação
D = distância real (no terreno)

A escala numérica tem como numerador a unidade e como denominador um múltiplo de 10. Exemplo:



          



Escala Gráfica
A escala gráfica expressa a associação existente entre a medida de um fenômeno em um mapa e a mesma medida em tamanho natural. Apresenta-se sob a forma de uma reta dividida em partes, em que se observa uma graduação de distâncias. No exemplo, 1cm corresponde a 2km na carta.


A escala deve ser informada junto ao mapa; geralmente é colocada no canto inferior direito.


Definição da escala em um mapa
O valor da escala é adimensional, ou seja, não tem dimensão (unidade). Escrever 1:200 significa que uma unidade no desenho equivale a 200 unidades no terreno. Assim, 1 cm no desenho corresponde a 200 cm no terreno ou 1 milímetro do desenho corresponde a 200 milímetros no terreno. Segundo seu detalhamento, as escalas são classificadas em: pequenas, médias e grandes.
  • Um mapa na escala de 1 : 5.000.000 (lê-se 1 para cinco milhões) significa um mapa cujas informações estão reduzidas 5.000.000 de vezes, o que equivale à seguinte fração: 1/5.000.000 ⇒ 0,0000002.
  • Um mapa na escala de 1 : 5.000 (lê-se 1 para cinco mil) significa um mapa cujas informações estão reduzidas apenas 5.000 vezes, o que equivale a seguinte fração: 1/5.000 ⇒ 0,0002.
  • Se compararmos o nível de detalhamento entre esses dois exemplos, podemos dizer que a primeira escala possui detalhamento menor que a segunda, pois 0,0000002 é menor que 0,0002, ou seja, a escala de 1 : 5.000.000 é menor que a de 1/5.000.
  • Geralmente, escalas menores que 1 : 100.000 são classificadas como grandes escalas; as compreendidas entre 1 : 100.000 e 1 : 500.000 são classificadas como médias; escalas maiores que 1 : 500.000 são consideradas pequenas.Dessa forma, a definição da escala em um mapa depende da exatidão com que se quer representar um fenômeno geográfico e as limitações decorrentes dessa representação.

Emprego de Escalas
A NBR 8196, que trata do emprego de escalas, afirma que a escala a ser adotada em um determinado desenho depende do grau de complexidade do desenho e da finalidade dessa representação. Uma restrição é que a escala selecionada deve ser suficientemente grande para permitir uma interpretação fácil e clara das informações e representações. A escala e o tamanho da área em questão definem o formato da folha para o desenho.

Critérios para a Escolha da Escala de uma Planta
Para a representação de uma porção bidimensional (área) do terreno, devem ser levadas em consideração as dimensões reais desta (em largura e comprimento), bem como, as dimensões x e y do papel onde ela (a porção) será projetada.
Assim, ao aplicar a relação fundamental da escala, encontramos a escala adequada para aquela representação.
É importante ressaltar que os tamanhos de folha mais utilizados para a representação da superfície terrestre seguem as normas da ABNT, que variam do tamanho A0 (máximo) ao A5 (mínimo).


Medições necessárias para o levantamento topográfico

  • Distancias
    • Inclinadas;
    • Horizontais;
    • Verticais.
  • Ângulos
    • Horizontais ou azimutais: é medido entre as projeções de dois alinhamentos do terreno, no plano horizontal;
    • Verticais ou zenitais: é medido entre um alinhamento do terreno e o plano do horizonte.

Unidades de medida usadas na topografia

Unidades de Medida Linear:
  • µm(10-6), mm(10-3), cm(10-2), dm(10-1), m e Km(103)
  • polegada = 2,75 cm = 0,0275 m
  • polegada inglesa = 2,54 cm = 0,0254 m
  • = 30,48cm = 0,3048 m
  • jarda = 91,44cm = 0,9144m
  • milha brasileira = 2200 m
  • milha terrestre/inglesa = 1609,31 m 
Unidades de Medida de Volume
  • Litro = 0,001 
Unidades de Medida Angular
  • 360°= 400grados = 2 Π
  • Π = 3,141592
Unidades de Medida de Superfície
  • 1 acre = 4.046,86 
  • 1 hectare (ha) = 10.000 
  • 1 alqueire paulista (menor) = 2,42 ha = 24.200 
  • 1 alqueire mineiro (geométrico) = 4,84 ha = 48.400 

Exercícios passados em aula:

1. Qual a dimensão real de um rio que em uma carta de escala 1:20.000 é representado por 8cm?

2. Em um determinado mapa, qual a distância correspondente a 12,5km no terreno, sendo a escala do

mapa igual a 1:50.000?
3. Determinar a escala de uma carta onde um viaduto de 3km é representado por 3cm.
4. Tem-se para a medida da distância horizontal entre dois pontos o valor de 1.290,9078 polegadas. Qual seria o valor desta mesma medida em quilômetros?
5.Determine o valor em alqueires menor, para um terreno de área igual a 1224,567 metros quadrados.
6. Determine o valor em hectares, para um terreno de área igual a 58.675,5678 metros quadrados.
7. Determine o valor em acres, para um terreno de área igual a 18,15 alqueires paulista.
8. Determine o valor em grados e em radianos para o ângulo de 157°17'30,65".
9. Para um ângulo de 1,145678 radianos, determine qual seria o valor correspondente em graus decimais.
10. Para um ângulo de 203,456789 grados decimais,determine qual seria o valor correspondente em graus.
11. Determine o valor em litros, para um volume de 12,34 m³.
12. Determine o valor em m³, para um volume de 15.362,56 litros.

Fonte: Site1, Site2, material dado em aula.

terça-feira, 5 de março de 2013

Hoje na Aula

Química Aplicada

Lembrando que os alunos que se escreveram nos laboratórios L1, L2, L3, L4, L5, L6 terão as aulas ministradas pelo professor Marco e os laboratórios L7 e L8 pela professora Fernanda.
No site do Professor Barbieri tem disponível o slide de Química que a Professora Fernanda utilizou na primeira aula para a apresentação da matéria. O material do professor Marco será disponibilizado no e-mail da turma.

Os seguintes tópicos serão estudados nas aulas de química aplicada:
  • Lubrificação e Lubrificantes;
  • Substâncias Lubrificantes;
  • Corrosão;
  • Proteção contra corrosão.

Resumo da aula:

Atrito: É a força de resistência que ocorre no deslocamento entre duas peças. O atrito causa vários problemas: aumento da temperatura, desgaste das superfícies, corrosão e formação de sujeiras. Tipos de atrito:
  • Sólido, quando há contato de duas superfícies sólidas entre si;
  • Deslizamento, quando uma superfície se desloca diretamente em contato com outra;
  • Rolamento, quando o deslocamento se efetua através da rotação de corpos cilíndricos ou esféricos, colocado entre as superfícies em  movimento. Como a área de contato é menor, o atrito também é menor;
  • Fluido, quando existir, separando as superfícies em movimento, uma camada fluida.
Coeficiente de atrito: É o coeficiente de proporcionalidade (µ), considerando que a força limite de atrito estático e cinético é proporcional às solicitações normais entre as superfícies. Pode-se acrescentar as seguintes regras:
  • Atrito estático é normalmente maior que o atrito cinético.
  • O atrito em superfícies lubrificadas é menor do que em superfícies secas.
O Coeficiente depende:
  • Das propriedades elásticas dos elementos rolantes;
  • Das propriedades elásticas das pistas;
  • Do acabamento superficial;
  • Da direção da carga;
  • Da rotação do elemento rolante;
  • Da temperatura de operação;
  • Do tipo do mancal;
  • Das dimensões dos elementos rolantes;
  • Do raio de curvatura da superfície de contato.
Tribologia - Ciência que estuda o atrito, desgaste e métodos de reduzi-lo ou eliminá-lo. 

Petróleo: A teoria de origem do petróleo mais aceita diz que ele se formou ao longo de milhares de anos fruto da decomposição orgânica. É uma substância pastosa encontrada no interior de rochas porosas subterrâneas em estado pastoso. O Petróleo contém grande quantidade de hidrocarbonetos e por isso a separação molecular, pelo processo de destilação, é o primeiro passo para a obtenção de vários derivados, de acordo com o tipo de base que pode ser parafínica, naftênica ou mista.

Lubrificação: Procedimentos utilizados para reduzir o atrito entre as superfícies. Dados históricos confirmam que há mais de mil anos A.C. o homem já utilizava processos de diminuição de atrito. Uma boa lubrificação reduz o atrito, controla a temperatura e limpa o equipamento. Tipos de lubrificação:
  •  Lubrificação hidrodinâmica, total ou plena: corresponde a uma situação em que as superfícies em movimento são separadas por uma película contínua de lubrificante, eliminando qualquer contato. O desgaste é insignificante.
  •  Lubrificação limite ou restrita: descreve uma situação na qual, por razões de geometria, aspereza da superfície, carga excessiva ou falta de lubrificante suficiente, as superfícies dos corpos se contatam fisicamente e pode ocorrer desgaste.
  • Lubrificação mista: descreve uma combinação de filme lubrificante parcial com algumas asperezas de contato entre as superfícies.

A lubrificação serve para:
  •  Reduzir o Atrito e o Desgaste;
  • Esfriar as partes mecânicas;
  • Proteger contra a ferrugem e a corrosão;
  • Vedar as partes em movimento;
  • Permitir um movimento livre;
  • Eliminar ruídos;
  • Para Prolongar a vida dos Equipamentos.

A falta de lubrificação causa uma série de problemas nas máquinas. Estes problemas podem ser:
  • Aumento do atrito;
  • Aumento do desgaste;
  • Aquecimento;
  • Dilatação das peças;
  • Ruídos;
  • Grimpagem
  • Ruptura das peças.
Lubrificantes: São substâncias aplicadas para reduzir o atrito. Os lubrificantes são obtidos através da destilação a vácuo e completada com mistura adequada de aditivos para se obter a viscosidade correta. Os lubrificantes podem ser divididos em: líquidos, sólidos e gasosos ou pastosos. 


segunda-feira, 4 de março de 2013

Hoje na Aula.

Resistência de Materiais.

Revisão de Mecânica Geral.


Mecânica: É o ramo de estudo mais antigo da Física. Ela estuda os movimentos dos corpos e seu repouso. A mecânica em si estudas os movimentos uniforme e uniformemente variado, o movimento circular e o lançamento vertical e oblíquo. A dinâmica é uma parte da mecânica que tem como principal estudo a explicação de como um corpo em repouso é capaz de entrar em movimento e como é possível alterar o estado de movimento de um corpo. Para estudo da mecânica é necessário ter o domínio dos conceitos de vetor e suas características (módulo, direção e sentido) e a compreensão e diferenciação entre grandezas escalares e vetoriais.

Força: é uma interação entre dois corpos. É caracterizada pelo seu ponto de aplicação, sua intensidade, direção e sentido.
Peso: o peso dos corpos é uma força de origem gravitacional. O peso de um corpo é a força com que a Terra o atrai.
Unidades: 1kgf é o peso de um corpo de massa 1kg submetido a aceleração da gravidade de 9,8m/s².A sua relação com o newton é:

Decomposição de forças: é o processo de substituição de uma força F por duas outras forças perpendiculares sobre as direções x e y.

                                    

                                                                  


Momento estático: é a tendencia de uma força F fazer girar um corpo rígido em torno de um eixo fixo. O movimento depende do módulo de F e da distância de F em relação ao eixo fixo. 
M= F.d

Analise Vetorial.
Momento de uma força pode ser determinado através da aplicação das regras do produto vetorial. A regra do produto vetorial para o cálculo de momentos geralmente é aplicada para sistemas de 3 dimensões. 

                                                        
Onde:
Mo: Momento no ponto "o";
Roa: Distancia do ponto "o" ao ponto "a";
F: Força.

Segue link pra download.


Fonte: Brasil Escola, material dado em aula

sexta-feira, 1 de março de 2013

Hoje na Aula

Materiais de Construção Civil.
O material das aulas está no Blog do Professor.

Importância da disciplina:
É importante o estudo dessa disciplina para que o aluno possa conhecer os materiais (suas propriedades, limitações, vantagens e utilização) para poder aplica-los.
O estudo dos materiais de construção abrange importantes campos do conhecimento, tais como a Física, a Química, a Geologia, a Físico-Química, entre outros. O objetivo final é o de se identificar e ou desenvolver materiais resistentes às cargas e tensões a que são sujeitas as estruturas. As cargas são determinadas, principalmente, pelas forças da natureza (ventos, clima etc.). As tensões, por sua vez, referem-se às forças internas à estrutura.
Os materiais de construção a serem usados em um determinado empreendimento devem ser indicados nas especificações técnicas do empreendimento, o qual tem suas definições especificadas no Projeto de Engenharia que, por sua vez, é composto por Plantas, Desenhos, Cálculos e Memorial Descritivo.

Normalização:

Pirâmide de abrangência da normalização.

A Normalização tem como finalidade regulamentar a qualidade, classificação, produção e emprego dos materiais. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é no Brasil o principal órgão de normalização, a vigência das Normas ABNT é de 5 anos; ou seja, toda Norma ABNT deve passar por revisões a cada 5 anos. Há, também, órgãos setoriais, tais como a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) Instituto Brasileiro do Concreto (IBC) e o Instituto Brasileiro do Pinho (IBP).

Classificação dos materiais.


  • Metálicos: 
    • Dúctil;
    • Resistência Mecânica Elevada;
    • Condutor elétrico e Térmico;
    • Dureza elevada
    • Opaco;
    • Constituintes Típicos: átomos metálicos e não-metálicos.
  • Cerâmicos:
    • Frágil;
    • Isolante térmico e elétrico;
    • Alta estabilidade térmica;
    • Dureza elevada;
    • Transparentes em alguns casos;
    • Constituintes Típicos: óxidos, silicatos, nitretos, aluminatos, etc.
  • Poliméricos:
    • Dúctil;
    • Baixa resistência mecânica;
    • Baixa dureza;
    • Flexível;
    • Baixa estabilidade térmica;
    • Transparentes em alguns casos;
    • Constituintes Típicos: cadeia molecular orgânica de comprimentos elevados.
Ligações químicas
  • Átomo: é a menor parte da matéria capaz de caracterizar um elemento químico;
    • São conhecidos mais de 110 tipos diferentes de átomos;
    • Constituído por:
      • Núcleo: 
        • Prótons (p) (carga +); 
        • Nêutrons (n) (sem carga).
      • Eletrosfera:
        • Elétrons (é) (carga (-), distribuídos em 7 camadas ou níveis energéticos.
    • Dimensão do átomo: eletrosfera de 10.000 a 100.000 maiores que seu núcleo;
    • Número de prótons = número de elétrons, tornando o átomo um sistema eletricamente nulo.
  • Numero atômico: é numero de prótons existentes no núcleo de um átomo;
  • Elemento químico: é o conjunto formado por átomos de mesmo número atômico;
  • Massa atômica: indica quantas vezes o átomo considerado é mais pesado que 1/12 do átomo de carbono (escolhido como padrão);
  • Molécula: é a menor parte da matéria capaz de  caracterizar uma substância química pura. É constituída de um ou mais elementos;
  • Massa molecular: é a soma de todas as massas atômicas dos átomos que constituem um elemento químico ou uma molécula e é expresso em u;
  • Íons: quando um átomo por algum motivo perde sua neutralidade elétrica, ele passa a ser denominado íon;
    • Ganham-se elétrons: ânions (-);
    • Perdem-se elétrons: cátions (+).
Fonte: Slide do Professor