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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Evento


Inspire inovações, multiplique tendências.

Chegando à sua 20ª edição, a Feicon Batimat é o principal Salão da Construção da América Latina. O evento mais completo do setor apresenta a cada ano, inovações e tendências proporcionando um encontro para ótimos negócios, networking com grandes profissionais e marcas do setor da construção civil e principalmente a disseminação de novos produtos e serviços.

Além disso, a feira conta com a conferência Núcleo de Conteúdo Feicon Batimat, que possui 4 dias de palestras e debates, trazendo fortes tendências do mercado e renomados profissionais nacionais e internacionais.

Data: 18 – 22 Março | 2014
Horários: terça a sexta das 11h às 20h – sábado das 9h às 17h
Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo – SP – Brasil

• Exposição de mais de 1.000 marcas nacionais e internacionais
• Presença de 130 mil visitantes/compradores qualificados
• Área de exposição de 85 mil m²
• 5 opções de programa de conferência, totalizando mais de 50 palestras

Fonte: Site Feicon

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Material Extra

As estradas pelo mundo

Essas podem não ser, as mais bonitas — algumas certamente são –, nem as mais importantes ou mais movimentadas, mas são, com certeza, diferentes e peculiaríssimas estradas espalhadas por diversas partes do mundo.

Rodovia SC-390 - Santa Catarina - Brasil
A Serra do Rio do Rastro em Santa Catarina é  cortada pela Rodovia SC-390. Localiza-se no municipio de Lauro Muller, a mais de 1421 m de altitude. O percurso da rodovia SC-390 é caracterizado por subidas íngremes e curvas fechadas.

Rodovia CH-60 - Chile
Mais conhecida como Los Caracoles a CH-60 adentra o Chile por um desnível de 670m, em um percurso sinuoso, movimentado e pouco sinalizado, de aproximadamente 30km. Além da falta de segurança a estrada fica coberta de neve em grande parte do ano, o que dificulta ainda mais no trajeto.

Estrada da Morte - Bolívia
Com 70 km de extensão, a estrada liga La Paz (capital administrativa do país) a Corioco. Chuva, neblina, falta de espaço e falta de segurança chamam aventureiros para esta estrada, que contabiliza 300 mortes por ano. A estrada da morte margeia a todo tempo os precipícios (que atingem mais de 900 metros de profundidade), as densas florestas e paredões enormes. Hoje a “Estrada da Morte” está liberada apenas para o turismo.

AK 11 - Alaska
 A rodovia James W. Dalton Highway ou rodovia Dalton (AK 11) tem 667 km. Ela foi construída como uma via de abastecimento para apoiar a trans Alaska Pipeline System 1974. A rodovia, que é paralela diretamente ao gasoduto , é uma das estradas mais isoladas nos Estados Unidos.

Passagem de Stelvio – Itália
A 2.750 metros do nível do mar, é a segunda estrada pavimentada mais alta dos Alpes. Construída para ligar Valtellina a Merano, passando pelo vale Adige, possui 48 curvas, sendo por vezes muito estreita e íngreme.

Estrada San Bernardino – Suíça
Localizadas nos Alpes Suíços o Caminho de San Bernardino é uma das maiores estradas do mundo. A passagem está localizada em 2.065 metros do nível do mar e é repleta de curvas acentuadas. O caminho  passa por um túnel de 6,6 km de extensão.

Trollstigen - Noruega 
Localizada na região de Rauma, a estrada é composta por 11 grandes curvas, como grampos de cabelo, que se ligam até chegar ao topo, onde fica a cachoeira Stigfossen, com 320 metros de altura. Em português, o nome significa ladeira do Troll.

Estrada da Montanha Jebel Hafeet - Emirados Árabes Unidos
 Com uma extensão de 12 km sobre uma montanha de 1.219 m de altura. A rodovia adentra cortando as montanhas de Jebel Hafeet, as mais altas dos Emirados Árabes Unidos.

Iroha-Zaka - Japão
Iroha-zaka é uma estrada no Japão que liga as regiões de Nikko e Oku-Nikko. Ela possui duas etapas: uma apenas de subida, conhecida como dai ichi Iroha-zaka e uma utilizada somente para descer, dai ni Iroha-zaka. Tanto a estrada de descida como a de subida, possuem 48 curvas correspondentes as 48 letras do alfabeto japonês antigo.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Dica

CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior


A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), é uma fundação do Ministério da Educação (MEC), que desempenha papel fundamental na expansão e consolidação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em todos os estados da Federação.

O que é: 
A Capes é um órgão do Ministério da Educação que concede bolsas de estudo para profissionais com formação em nível superior 

Divulgação dos programas:
É feita por meio de editais publicados no Diário Oficial da União (DOU) e disponibilizados no site da Capes (www.capes.gov.br/editais/abertos)

Seleção: 
É realizada pela comunidade científica. Na seleção, normalmente há análise de currículo, parte documental e entrevista. Os critérios são definidos pelos editais de cada um dos programas e levam em conta o mérito acadêmico. Todo o processo é detalhado no edital e divulgado no site da Capes

Valor das bolsas: 
Para mestrado R$ 1.200,00; doutorado, R$ 1.800,00; e pós-doutorado, R$ 3.300,00 

Programas recomendados: 
Para concorrer a uma bolsa é necessário estar inscrito em curso de pós-graduação stricto sensu recomendado pela Capes. A listagem com todos os cursos consta no menu Avaliação/Cursos Recomendados

Metas e prioridades
Reflita sobre quais são seus objetivos de carreira. Pergunte-se: o que faço de melhor? Aonde quero chegar? O que o mercado exigirá nos próximos anos?

Tipo do curso
Para escolher o curso mais adequado, o profissional deve conhecer a finalidade de cada curso, que são divididos em lato sensu e stricto sensu.

Instituição de ensino
O passo seguinte é escolher onde fazer o curso. Atenção para qualidade da instituição e dos professores, metodologia do curso e experiências ao longo do programa.

Dicas para decidir o curso 
1- Metas e Prioridades
Reflita sobre quais são seus objetivos de carreira. Pergunte-se: o que faço de melhor? Aonde quero chegar? O que o mercado exigirá nos próximos anos?

2- Tipo do Curso
Para escolher o curso mais adequado, o profissional deve conhecer a finalidade de cada curso, que são divididos em lato sensu e stricto sensu.

3- Instituição de Ensino
O passo seguinte é escolher onde fazer o curso. Atenção para qualidade da instituição e dos professores, metodologia do curso e experiências ao longo do programa.

Fonte: CAPES

Dica

PÓS-GRADUAÇÃO: MESTRADO, DOUTORADO, ESPECIALIZAÇÃO E MBA

O que é melhor: fazer uma especialização ou um mestrado? Qual é a diferença entre "Lato sensu" e "Stricto sensu"? Devo apostar em um mestrado profissionalizante ou acadêmico?


Um grande desafio na vida de um acadêmico é atingir o mais alto grau da educação formal no Brasil.
A escolha de um programa de pós graduação pode ser uma tarefa difícil para recém-formados, profissionais que já estão no mercado ou para quem decide dar um rumo à carreira.

Os cursos de pós-graduação no Brasil são divididos em dois grupos:
  • Lato Sensu: conhecido como especialização ou MBA.
    Os cursos de especialização e aperfeiçoamento têm objetivo técnico profissional específico sem abranger o campo total do saber em que se insere a especialidade. São cursos destinados ao treinamento nas partes de que se compõe um ramo profissional ou científico. Sua meta é o domínio científico e técnico de uma certa e limitada área do saber ou da profissão, para formar o profissional especializado.

  • Stricto Sensu: abrange cursos de mestrado e doutorado.
    É o ciclo de cursos regulares em segmento à graduação, sistematicamente organizados, visando desenvolver e aprofundar a formação adquirida no âmbito da graduação e conduzindo à obtenção de grau acadêmico. Ela se subdivide em dois ciclos: mestrado e doutorado. Ambas compreendem a definição de pós-graduação stricto sensu, com a diferença no grau de profundidade dedicado ao estudo do objeto de pesquisa. Embora representem um escalonamento na pós-graduação, esses cursos podem ser considerados relativamente autônomos. Isto é, o mestrado não constitui obrigatoriamente requisito prévio para inscrição em um curso de doutorado.


ESPECIALIZAÇÃO E MBA 

Especialização

Cursos de especialização são indicados para recém-formados ou para aqueles que querem mudar o ramo de atuação na carreira. O objetivo da especialização é o de aprofundar conhecimentos em áreas específicas e direcionar a carreira. Para os que pretendem mudar de atividade e se readequar profissionalmente, a especialização dará subsídios para a guinada no percurso profissional.

MBA
É recomendado para um público mais "sênior", que já está no mercado de trabalho há pelo menos três anos. Esses estudantes buscam se aperfeiçoar em um ambiente de sala de aula mais maduro. A socialização no curso é um grande diferencial para construção de uma rede de relacionamento com pessoas que estão no mesmo patamar ou e um nível mais avançado no mercado de trabalho.
As abordagens no MBA são sobre práticas usadas no mundo corporativo, geralmente assuntos que interessam executivos e profissionais com cargos de coordenação ou direção.

MESTRADO E DOUTORADO
O primeiro passo para entrar num mestrado ou doutorado é apresentar seu projeto para uma comissão de seleção. Ela analisa o interesse e a abordagem do tema proposto. Se ele é aceito, o aluno começa o curso. Se for vetado, é preciso pensar em outro projeto

Mestrado
O mestrado profissional ou acadêmico, são indicados para quem deseja profundidade de pesquisa, e pretende desenvolver conhecimento. 
Apesar de grande parte dos pós-graduados stricto sensu seguirem carreira como professores, há espaço para que o titulado fique em ambiente corporativo. A inserção de empresas estrangeiras no país está criando a cultura de mestres e doutores no quadro de funcionários, assim como ocorre fora do Brasil.
O alerta para os alunos que escolhem esse caminho é o tempo de formação que pode chegar a 24 meses, muito acima do tempo geralmente gasto com pós lato sensu.
  • Mestrado Acadêmico
    O curso é voltado para o ensino e a pesquisa, procurado por quem deseja ser pesquisador ou lecionar. Ao final do curso é exigida uma dissertação com apresentação em banca para alcançar titulação de mestre. Duração: de 12 a 24 meses.
  • Mestrado Profissional
    O curso também voltado para o ensino e a pesquisa, porém com um viés menos teórico. O mestrando desenvolve um projeto com foco no mercado de trabalho. Ao final do curso é exigida uma dissertação com apresentação em banca para alcançar titulação de mestre. Geralmente o projeto é um estudo de caso ou um produto com aplicação real. Duração: Entre 12 e 24 meses.

Doutorado
Curso voltado para a formação de pesquisadores, dedicado exclusivamente à vida acadêmica e que busca o aprofundamento intenso em determinado campo do saber. Para obtenção do título é obrigatória a defesa de tese.
Dura de quatro a cinco anos. O doutorando também assiste a aulas, tem um orientador e precisa defender seu projeto de trabalho diante de uma banca. Mas o nível de profundidade da pesquisa precisa ser bem maior e o tema, inédito. Embora seja raro, é possível fazer o doutorado sem passar antes pelo mestrado.
Após o projeto de trabalho ser aprovado pela banca final, seu autor recebe o título de "doutor". No Brasil, isso equivale ao PhD, ou Philosophiae Doctor ("Doutor em Filosofia"), concedido no exterior - a doutores de todas as áreas e não só em filosofia.
  • Pós-doutorado.
    Os doutores que quiserem continuar estudando ainda podem fazer esse tipo de pesquisa científica, que dura de seis meses a um ano. Para ter o auxílio de bolsas, é preciso submeter o projeto a órgãos que incentivam as pesquisas — como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)

Mercado de trabalho
As empresas estão de olho em profissionais com qualificação, mas nem sempre o título é garantia e emprego. A diretora da Mariaca Consultoria em Gestão de Capital Humano, Daniele Riêra, afirma que não existe uma fórmula que se aplique a todas as carreiras e que o profissional tem que ter sensibilidade para perceber o mercado dele.
"No caso de executivos, por exemplo, uma empresa nem sempre busca títulos, mas sim bagagem profissional, experiência consolidada, projetos que ele liderou e casos de sucesso".
De acordo com a diretora, um profissional que hoje faz o MBA para ter ascensão dentro da empresa que trabalha acaba conhecendo muitas pessoas, cria uma visão crítica da própria instituição e, muitas vezes, desperta uma vontade de se abrir ao mercado.
Ela alerta para que os profissionais não banalizem as especializações e procurem o momento certo para escolher entre cursos de pós-graduação. "A gente vê o profissional que acaba de sair da faculdade, não cresceu passo a passo na sua carreira e procura a especialização porque o mercado exige. Assim começa a virar um rótulo, uma etiqueta", afirma Riêra.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Material Extra

Bioasfalto


O asfalto utilizado em ruas e estradas é composto por betume espesso, um material aglutinante, escuro e reluzente. É sólido proveniente da mistura de hidrocarbonetos não voláteis com alta massa molecular, minerais e resíduos do petróleo bruto. O asfalto é considerado uma ameaça para a sustentabilidade por apresentar derivados de petróleo.
Desde os anos 2000, têm sido realizadas diferentes pesquisas para a produção de um asfalto de menor impacto ambiental e que ofereça a mesma resistência do asfalto tradicional. Os componentes oriundos do petróleo são substituídos por óleos derivados de árvores e plantas no intuito de criar um asfalto ambientalmente correto.Esses óleos de origem vegetal podem ser feitos a partir do açúcar, amido de batata, melaço, arroz e até milho. Resíduos de resinas de árvores, amendoins e cocos também são utilizados. 
Em 2013, nos EUA, na Universidade de Kansas, foi divulgada a invenção de um asfalto ecológico feita por um universitário do curso de engenharia civil.Trata-se de um material desenvolvido com um composto vegetal facilmente encontrado na natureza.
Batizado de bioasfalto, o produto realiza, com a mesma eficiência, a função de endurecer e alisar estradas de terra. A substância orgânica conhecida como lignina é responsável por dar rigidez às células vegetais. Além disso, o elemento serve como liga quando em contato com terra solta e pedras.
A lignina foi escolhida pelo estudante Wilson Smith como matéria-prima para o desenvolvimento do novo produto. Seus experimentos vêm sendo realizados através dessa substância e ele tem tido sucesso com a escolha. Essa molécula consegue desempenhar, de modo satisfatório, o mesmo papel dos materiais, tradicionalmente, encontrados em estradas de terra. Basta que seja acrescentado um pouco de água.
Ao colocar o líquido, o material torna o solo mais liso, menos empoeirado e mais durável, pois a mistura é mais resistente à erosão em especial nos períodos chuvosos.
A molécula é facilmente obtida, pois é resultante de um processo natural do metabolismo das plantas. É encontrada em diversos resíduos da agricultura, como no bagaço da cana-de-açucar e da palha de milho. Além disso, é o terceiro componente mais importante encontrado na madeira. Consequentemente, também pode ser coletada em resíduos da indústria de papel. Tudo isso, torna a solução encontrada por Smith sustentável e renovável.

Material Extra

Plataforma da USP ensina a escrever artigo científico


Para melhorar o nível de qualidade na elaboração de artigos científicos por pesquisadores brasileiros, a Universidade de São Paulo – líder em produção científica no país -, lançou o curso de Escrita Científica: produção de artigos de alto impacto. Formatado para a web e oferecido gratuitamente, o curso tem como objetivo auxiliar pesquisadores e estudantes de pós-graduação na elaboração de artigos de maior relevância acadêmica.
O curso on-line de escrita científica foi pensado de forma didática e intuitiva. Desenvolvido pelo professor Valtencir Zucolotto, do Instituto de Física de São Carlos, o curso é dividido em oito módulos e conta com videoaulas que explicam, passo a passo, cada uma das partes que compõem o paper (títulos, introdução, resultados, conclusões). Há um tópico especial sobre a elaboração de textos científicos em inglês.
Além das videoaulas – que podem ser consultadas a qualquer momento -, os interessados ainda contam com apostilas explicativas e materiais didáticos extras, que trazem indicações de obras de referência recomendadas por Zucolotto. Todos os materiais podem ser baixados livremente. O curso, no entanto, não disponibiliza a emissão de certificados.

Material adicional gratuito para consulta ou download:

ARTIGO CIENTÍFICO

TCC DE GRADUAÇÃO

MONOGRAFIA DE GRADUAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

TESE DE DOUTORADO

Fonte: Porvir

Material Extra

Dez dicas para escrever artigos científicos


Uma boa ideia faz um bom artigo. Esse é o primeiro passo "ter uma boa ideia".  Caso você tenha várias boas ideias é importante que você saiba qual é a sua melhor ideia ou se todas as suas ideias forem "boas ideias" é recomendável optar por umas das alternativas a seguir:

1- Hierarquizá-las
Deixar claro qual delas será tratada;

2- Planejar a escrita de vários artigos
Cada um sobre uma de suas ideias

3- Fundir ideias
Fundir suas ideias em uma só, que seja consistente, sem ser excessivamente genérica.

Com a ideia clara e com os resultados da sua pesquisa a mão, segue dez pontos importantes para compor um bom artigo:

1. Faça um roteiro antes
Antes de escrever, elabore um roteiro: tenha uma ideia clara do que você quer demonstrar, confirmar/desmentir, ilustrar, exemplificar, testar, comparar, recomendar etc. O começo, o meio e o fim do artigo devem estar claros para você antes de ele começar a ser escrito. Lembre-se: qualquer autor passa muito mais tempo revendo/reescrevendo (quase sempre mais de uma vez) os diferentes trechos de um texto, do que os escrevendo. Por isso, o roteiro ajuda a compor a primeira versão que, em seguida, será objeto de várias revisões. Não é por acaso que vigora a máxima de que o ofício de pesquisador requer 10% de inspiração e 90% de transpiração.

2. Use a fórmula SVP
Valorize a fórmula consagrada de escrita chamada SVP – “sujeito, verbo e predicado”. Escreva “O conselho discutiu a regra”. Não escreva “A regra foi discutida pelo conselho” ou “Foi discutida pelo conselho a regra”. Usar esta fórmula simples de escrita ajuda a tornar o texto claro e preciso, encurta as suas sentenças e diminui a possibilidade de cometer erros de concordância, entre outros.

3. Não especule
Evite generalidades, mas abuse dos dados. Generalidades são boas para conversa de mesa de bar. Cada afirmação do seu artigo deve ser capaz de ser respaldada por dados, achados e interpretações encontrados em artigos e textos de outros autores ou na sua própria pesquisa. Não importa tanto o que – ou quem – você usa para respaldar as suas afirmações, nem que você respalde explicitamente cada afirmação, mas elas têm que ter respaldo.

4. Cuidado com os “achismos”

“Eu acho”, “eu prefiro”, “o melhor é”, “deve ser”, “tem que ser”, “todo mundo sabe que”, “sempre foi assim”, “a tendência natural é” – nada disso dá respaldo a argumentos usados em textos científicos. Essas expressões indicam manifestações de normatividade, de opção pessoal ou de preferência. Evitar.

5. Trabalhe suas premissas
Seja lógico: após o A, vem o B, e não o C ou o D. Releia as suas afirmações e conclusões: veja se elas têm mesmo respaldo empírico e se decorrem logicamente da sua argumentação. É muito comum o uso de expressões como “dessa maneira”, “portanto”, “segue-se que”, “assim”, “conclui-se que” etc., sem que de fato haja relação lógica entre as conclusões e as frases que a precedem. Exemplo: A: “O céu amanheceu sem nuvens.” B: “Sem nuvens não há chuva.” C: “Portanto, não choverá nas próximas semanas.” A está certo; B está certo; C pode até estar certo, mas não decorre de A nem de B. C é uma afirmação ou conclusão que não decorre rigorosamente das afirmações anteriores. Rigorosamente, C é uma suposição, mais do que uma conclusão.

6. Evite sentenças longas
Mantenha as suas sentenças curtas. Para isso, a solução é simples: abuse dos pontos finais, pois eles são gratuitos, não estão ameaçados de extinção e organizam o seu texto. Sentenças longas exigem o uso excessivo de recursos como vírgulas, dois pontos, pontos e virgulas, travessões, parênteses etc. Eles são também gratuitos e abundantes, mas quando usados a granel não facilitam a leitura do seu texto. Sentenças longas devem ficar para os que têm um bom domínio da língua, como os detentores do prêmio Nobel (José Saramago) ou mestres da literatura (Machado de Assis). Mas, cuidado com Guimarães Rosa: o uso recorrente de neologismos funciona muito melhor na literatura do que em textos científicos.

7. Leia muito
Reserve tempo para sempre ler literatura (romances, contos, novelas, narrativas, poesias etc.), mesmo quando estiver redigindo a sua tese ou dissertação. Ler bons textos é fundamental para aprender a escrever. Procure textos que se relacionem com as suas deficiências de escrita. Por exemplo, os prolixos devem ler João Cabral de Melo Neto, e os muito secos podem escolher Vinicius de Moraes.

8. Não seja preguiçoso
Não use apud quando puder se referir diretamente a um autor/texto, pois este é um recurso excepcional. Leia e cite sempre o autor e o texto originais, a não ser que seja um texto antiquíssimo que existe apenas na Biblioteca Nacional de Paris ou que esteja escrito apenas em chinês arcaico ou em aramaico.

9. Utilize citações com boa credibilidade
Busque sempre usar como fontes os autores mais reconhecidos, as maiores autoridades no assunto. Não é porque você teve um bom professor que escreveu um artigo ou deu uma boa aula a respeito de um assunto que ele é a referência mundial nesse assunto. Da mesma forma, não se limite a ler e a citar os autores e textos usados pelos seus professores prediletos. Aprenda a usar ferramentas que lhe permitam identificar os autores mais importantes em cada área de saber, inclusive aqueles com quem você não necessariamente concorda. No entanto, os autores não devem ser usados ou citados apenas porque são reconhecidos, mas sim porque são bons e pertinentes à construção de seu texto.

10. Não deixe de publicar
Regra de ouro para publicar artigos: “quem não pesquisa, não escreve; quem não escreve, não submete; quem não submete, não é aceito; quem não é aceito, nunca será publicado; quem não é publicado permanece anônimo, e de nada vale um cientista ou intelectual anônimo.”
Bom Artigo a todos.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Material Extra

Animação chama atenção ao consumo desenfreado da humanidade


Uma animação chamada "Man" criada pelo artista inglês Steve Cutts simplifica e satiricamente retrata a história da humanidade e da nossa relação destrutiva com a natureza.


Reflita!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Dica

Bienal do Livro São José dos Campos



A Bienal do Livro 2013 acontece de 2 a 10 de novembro, no Pavilhão Gaivotas do Parque da Cidade "Roberto Burle Marx" (Avenida Olivo Gomes, 100), em Santana, região norte de São José dos Campos.

O funcionamento é das 9h às 22h durante a semana e das 10h às 22h nos finais de semana. São shows artísticos, lançamentos de livros e bate-papos com autores, para agradar todo o tipo de público.

A Bienal do Livro conta com 35 expositores, com títulos para todos os gostos e idades. O objetivo é reunir diferentes gêneros literários, desde romance, comédia, suspense, mistério e muito mais. Conheça os expositores.

Fonte: Prefeitura de SJC

domingo, 20 de outubro de 2013

Vida Loka

Técnicas de estudo


Um estudo publicado pela revista Psychological Science in the Puclic Interest avaliou, no início deste ano, 10 técnicas de aprendizagem utilizadas pelos estudantes.

- Prática distribuída
Programar um cronograma de estudos ao longo do tempo. 
Este método apresentou o melhor resultado

Ex:
Se você apenas estuda e pode organizar seu próprio horário em época de provas, terá mais sucesso se estudar, por exemplo, 2 horas de manhã, 2 a tarde e 2 a noite, ao invés de estudar a matéria inteira durante 6 horas seguidas. E, mesmo entre as duas horas, convém fazer um pequeno intervalo.
Se você trabalha, faz estágio ou tem outras atividades além da faculdade, poderá aplicar esta técnica nos finais de semanas. Se não for possível, lembre-se de fazer pequenos intervalos a cada hora de estudo, pois isso ajudará a manter seu rendimento.

- Teste prático
Resolver questões de provas é até duas vezes mais eficiente que outras técnicas avaliadas.

Então, resolva muitos exercícios, realize muitos testes práticos relacionados ao conteúdo em estudo, pois é uma das melhores técnicas de aprendizagem. Os psicólogos responsáveis pela pesquisa apontam que a qualidade dessa técnica se deve aos vários formatos possíveis de aplicação: questões de múltipla escolha, testes do tipo “preencha a lacuna”, questões assertivas. Ao final de cada conteúdo, faça sempre os testes práticos e exercite aquilo que acabou de estudar.

- Estudo intercalado de diferentes conteúdos
Esta técnica demonstrou ter bons resultados, principalmente, no aprendizado das matérias de ciências exatas, como matemática, física e estatística.

A pesquisa comprovou que é mais efetivo estudar intercalando diferentes tipos de conteúdos de uma maneira mais aleatória que estudar tópicos de uma só vez. O principal benefício desta técnica é fazer com que a pessoa se mantenha mais tempo estudando.
Misturar diferentes matérias em uma mesma sessão de estudos é eficiente porque, toda vez que retomamos um conteúdo visto anteriormente, acessamos a memória de longo prazo, o que faz com que o cérebro relembre algo, ajudando a fixar o conteúdo que não foi visto nos últimos minutos.

- Auto-explicação
Trata-se de ler o conteúdo e explicá-lo com suas próprias palavras para você mesmo. 

De acordo com a pesquisa, a técnica só dá certo se o estudante entender o assunto e conseguir decodificar o que está aprendendo. Não adianta apenas “ler em voz alta” ou, ainda, “trocar uma palavra por outra”.
E o resultado só aparecerá se a técnica for aplicada durante o estudo. Se você deixar para mais tarde, descobrirá que já se esqueceu de uma quantidade maior de informações e sentirá dificuldades de auto-explicar o conteúdo estudado em outro momento.

- Interrogação elaborativa ou Elaboração de perguntas
A técnica de interrogação elaborativa pressupõe a criação de explicações que justifiquem a veracidade dos fatos apresentados pelo texto. 

Essa técnica exige um esforço maior do cérebro e é melhor aplicada por estudantes mais experientes. Para aplicá-la, é necessário fazer perguntas do tipo “Por quê” ao invés de “O quê”? Exemplos: “Por que isso foi criado?” ou “Por que isso faz sentido?”.
É necessário conhecer o tema, no mínimo, para fazer perguntas que tenham sentido. Então, ao estudar um assunto e elaborar perguntas, acabamos por acrescentar conhecimentos que já possuíamos anteriormente. E, ao investigarmos as origens do conteúdo em estudo, assimilamos melhor o que foi lido, afirma a pesquisa.

- Resumo
O Resumo é um texto que sintetiza o conteúdo de um livro ou documento, abordando as ideias principais em uma quantidade reduzida de palavras

Segundo a pesquisa, esta técnica tem utilidade apenas para as provas escritas. Para provas objetivas o resultado é pouco satisfatório. Apesar disso, o resumo ainda é melhor quando comparado às técnicas de grifar e reler os textos. Se você já tem habilidade em produzir resumos, não se preocupe, a pesquisa afirma que pode ser uma estratégia efetiva para pessoas com a sua capacidade.
O principal problema desta técnica de estudo é que nem todos os estudantes conseguem extrair ideias essenciais de um texto. Na maioria das vezes, apenas reescreve tudo que leu usando palavras diferentes do texto original.

- Visualização ou Associação de imagens com textos
De acordo com o artigo do Guia do Estudante, o método da visualização “pode ajudar a formar uma narrativa, de modo a organizar o assunto de uma maneira mais clara a partir das imagens.

Essa técnica só tem resultado satisfatório para memorização de frases, mas não funciona quando se trata de textos longos, aponta a pesquisa dos psicólogos americanos. Essa foi a conclusão a que chegaram após pedirem para alguns estudantes que imaginassem figuras durante a leitura de textos.
Além da transformação das imagens mentais em desenhos não ter demonstrado aumento no processo de aprendizagem, ainda trouxe o inconveniente de limitar os benefícios da imaginação.

- Mnemônicos ou Associação mnemônica
Mnemônico é um conjunto de técnicas utilizadas para auxiliar o processo de memorização. Consiste na elaboração de suportes como os esquemas, gráficos, símbolos, palavras ou frases relacionadas com o assunto que se pretende memorizar. 

Quem não se lembra da “Fórmula do Sorvete” (S= So + V.t) ou do macete para decorarmos a 2ª Lei de Newton, associando a fórmula (Fr = m.a) ao texto “Ferre-se Maria”??
Assim como a associação de imagens com textos, as siglas e palavras-chave foram reprovadas pela pesquisa para aplicação em textos longos. Então, a dica é utilizá-las apenas em casos específicos e, de preferência, um pouco antes da prova.
A pesquisa dos americanos comprovou, ainda, que os mnemônicos só são recomendados e eficazes quando as palavras-chave são importantes e quando o material de estudo incluir palavras-chave fáceis de memorizar.

- Releitura
Reler o texto várias vezes, uma após outra, sem um grande intervalo de tempo entre uma leitura e outra.

Geralmente, a releitura é menos eficaz quando comparada às outras técnicas de estudo. Porém, a pesquisa demonstrou que, em alguns casos, reler certos tipos de texto seguidas vezes pode apresentar um melhor resultado que resumos ou grifos, se praticados por igual intervalo de tempo.

- Grifar textos
Procedimento de leitura que consiste em grifar (marcar, sublinhar) um número reduzido de passagens do texto com o objetivo de ressaltar as informações que melhor sintetizam seu conteúdo.

A prática de grifar partes importantes da matéria estudada com caneta marca-texto foi considerada pouco efetiva pela pesquisa porque, ao fazer um grifo, seu cérebro não está organizando, criando ou conectando conhecimentos. Ou seja: quase não requer esforço!!

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Dica

Palestra Recuperação e Impermeabilização de Estruturas



Palestrante: Eng. Almir Vendrame - Otto Baumgart / Vedacit

Palestra Gratuita
Inscrições Abertas - Vagas Limitadas

Fonte: AEASJC

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Hoje na Aula

Métodos de Pesquisa

RESUMO

O resumo pode ser considerado a “vitrine” do seu trabalho, a parte que irá despertar nas pessoas o interesse pelo seu texto. 





Ele pode ser dividido em:
  • Resumo crítico: Resumo redigido por especialistas com análise crítica de um documento. Também chamado de resenha. Quando analisa apenas uma determinada edição entre várias, denomina-se recensão.
  • Resumo indicativo: Indica apenas os pontos principais do documento, não apresentando dados qualitativos, quantitativos etc. De modo geral, não dispensa a consulta ao original.
  • Resumo informativo: Informa ao leitor finalidades, metodologia, resultados e conclusões do documento, de tal forma que este possa, inclusive, dispensar a consulta ao original.
Formato
O resumo deve ressaltar:
  • O objetivo; 
  • O método; 
  • Os resultados; 
  • As conclusões do documento. 
  • Recomenda-se o uso de parágrafo único. 
  • Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. 
  • A primeira frase deve ser significativa, explicando o tema principal do documento. 
  • A seguir, deve-se indicar a informação sobre a categoria do tratamento (memória, estudo de caso, análise da situação etc.). 
  • Em trabalhos Acadêmicos: 150 a 500 palavras; 
  • Artigos Periódicos: 100 a 250 palavras; 
  • Indicações Breves: 50 a 100 palavras. 
  • As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão Palavras-chave:, separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto.




terça-feira, 20 de agosto de 2013

Evento



A ACONVAP realiza desde 2005 a CONSTRUVALE - Feira da Construção Civil, Arquitetura e Negócios Imobiliários do Vale do Paraíba.
A feira já é a maior do setor da construção civil do interior do Brasil, contribuindo com o desenvolvimento da cidade, através da exposição de produtos e serviços das mais diversas empresas da região.
Em sua 9ª edição, o evento já reuniu aproximadamente 87 mil pessoas e em 2013 o público presente poderá prestigiar os produtos e serviços que estarão distribuídos em mais de 290 estandes de empresas construtoras, incorporadoras, fabricantes de materiais e equipamentos, projetistas e agentes financeiros (bancos).
A feira será realizada no período de 22 a 25 de agosto no novo centro de exposições do Vale Sul Shopping, o Expo Vale Sul em São José dos Campos.


Quinta e Sexta-feira
Das 14 às 22h

Sábado e Domingo
Das 10 às 22h

Estacionamento 4 horas - 4 Reais 

Informações
(012) 3922-1155/3911-5266


Cadastre-se pelo site e evite filas

Proibida a entrada de menores de 16 anos, somente acompanhados pelos pais ou responsáveis legais.

Evento


O mais e mais completo evento que reúne toda a construção civil com a cadeia produtiva do concreto

Completo e representativo, o Concrete Show South America reúne anualmente empresários e profissionais de toda a cadeia produtiva do concreto e da construção civil. Neste grande encontro são apresentados maquinários, equipamentos, sistemas construtivos, novas soluções e tecnologias, além de seminários técnicos que discutem e indicam os rumos do setor.
O Concrete Show South America traz inovações e tendências mundiais em sistemas e métodos construtivos à base de concreto e soluções que aumentam a produtividade, a qualidade e a velocidade na execução da obra.
Em três dias de realização, o Concrete Show South America reúne os principais players do universo da cadeia do concreto na construção civil mundial para a pavimentação, edificação e infraestrutura.
O Concrete Show South America conta com expositores nacionais e internacionais vindos da América Latina, América do Norte, Europa e Ásia.

Local do evento: Centro de Exposições Imigrantes, situado na Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo.

Acesso ao Imigrantes:
Metrô: O Centro de Exposições Imigrantes situa-se a apenas 850 metros da estação Jabaquara.

Área total: 62.500 metros quadrados

Expositores esperados: mais de 580 marcas em exposição

Visitação em 2013: São esperados 30 mil profissionais

Quem expõe:
  • Fabricantes de Concreto
  • Indústria química (Aditivos, impermeabilizantes, selantes, entre outros)
  • Fabricantes de acessórios e ferramentas
  • Equipamentos leves e pesados para construção e infra-estrutura
  • Equipamentos leves e pesados para a cadeia produtiva do concreto
  • Equipamentos de transporte
  • Produtos pré-moldados
  • Formas e escoramentos
  • Maquinários e equipamentos para corte e dobra
  • Montadoras
  • Equipamentos de demolição e reparo
  • Equipamentos de medição
  • Softwares
  • Sistemas construtivos à base de concreto
  • Serviços de locação

Quem Visita
  • Construtoras comerciais e residenciais de pequeno, médio e grande porte
  • Órgãos Governamentais
  • Entidades de classes e seus associados
  • Locadores
  • Concreteiras
  • Consultorias, entre outros.

Está aberto o credenciamento para o Concrete Show South America 2013

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Dicas

Dezesseis principais riscos em um canteiro de obras.

Vi essa postagem no Blog Construir.



Um canteiro de obras oferece sempre muito perigo para os seus operários, por estar justamente em construção e não ter os aparatos necessários para a segurança que serão oferecidos após seu término. Apresentamos 16 desses principais riscos e como cada caso deve ser tratado e como deve-se estar sempre prevenido contra qualquer imprevisto.

1) Fogo – O fogo é algo devastador e deve ter muito cuidado para que ele não aconteça. O portal do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) posta oficialmente em seu site a recomendação: “18.29.4 É proibida a queima de lixo ou qualquer outro material no interior do canteiro de obras.”, e recomenda também que não haja acúmulo de lixo seco que poderá acarretar em um incêndio.

2) Andaimes sem segurança – O uso dos andaimes é bem frequente na construção civil, e por isso, deve-se seguir uma série de recomendações de segurança. 1) Os equipamentos devem ser corretamente instalados, sem artifícios eu facilitem o mesmo. 2) Antes da utilização, uma pessoa competente e que entenda faça a verificação das instalações. 3) O andaime deve ter todas as porcas e parafusos muito bem apertados e ter boa qualidade, afim de não se romper. 4) Na hora da montagem/desmontagem é de extrema importância que não haja ninguém embaixo devido o perigo de que caia alguma peça, e tudo com muito cuidado. 5) Os andaimes devem ter seus suportes nivelados e em superfícies planas que apresentem assentamento suficiente. 6) As plataformas devem ser robustas e livres de obstruções. 7) No caso de andaimes de rodas, o deslocamento deve ser feito lentamente e ninguém pode estar em cima do mesmo. 8) Montar andaimes metálicos a, no mínimo, 5 metros de distância de instalações elétricas. 9) Os operários devem estar devidamente equipados com seus cintos de segurança, esses longe de materiais cortantes e eles devem ser treinados para esse tipo de trabalho.

3) Plataformas de trabalho sem segurança – Todas as plataformas de trabalho devem ser devidamente equipadas com ferramentas que garantam a segurança do trabalhador. Algumas devem ter porta-copos e todas devem ter selo de reconhecimento do fabricante e número de série, de acordo com a especificação do TEM.

4) Poços/Beiradas abertas – Qualquer vão que possa acarretar algum perigo deve ser tapado com estruturas firmes que suportem objetos e uma pessoa, como corrimões, telas específicas, grades de proteção ou apenas tábuas, desde que bem postas.

5) Equipamento elétrico e cabos sem segurança – Todas as instalações elétricas temporárias devem ter medidas de precaução. Os fios devem ser encapados, com qualquer parte viva isolada, e a caixa de fios preferencialmente localizada distante de locais de passagem. Os funcionários devem estar sempre com botina sem componentes metálicos, uma luva isolante e ainda, por cima dela, uma luva de cobertura em vaqueta, que protegerá a de isolamento.

6) Escavações sem segurança – Qualquer tipo de escavação deve ser fiscalizada e feita de acordo com as recomendações: 1) Em caso de risco aparente de deslizamento, interromper o trabalho e tomar as providencias necessárias. 2) Fazer um estudo minucioso, antes do início das obras, das condições geológicas do terreno, considerando humidade da terra e o clima, além da possibilidade de chuvas, que poderia acarretar em deslizamentos.

7) Plataforma de carga sem segurança – Plataformas de carga devem ser equipadas com redes e grades que não possibilitem o deslize do material transportado. Ele deve estar amarrado, imóvel e organizado e disponibilizado na plataforma para que haja equilíbrio.

8) Atingidos por corpos estranhos – Com a possibilidade de corpos estranhos atingirem os trabalhadores, todos devem estar devidamente equipados com roupas longas e luvas para evitar cortes e queimaduras.

9) Queda de objetos – Para evitar ferimentos pela queda de objetos, que pode acontecer a qualquer momento caso as especificações técnicas para vãos e plataformas não sejam cumpridas, os operários devem estar de botinas, que protegem os pés, e de capacete específico que protege o sistema central do corpo humano ao amortecer a queda.

10) Escoramento do estrutural sem segurança – Todo o cuidado é pouco para o escoramento. Deve-se ser feito um estudo do terreno, e caso não esteja propício, as escoras poderão ser colocadas sobre ele, caso contrário, é necessária uma base plana. Em possíveis casos de inundação, as escoras devem ter espaçamento grande para que a água passe entre elas. Caso a água fique retida, pode derrubar a estrutura. É necessária uma vistoria periódica para manter o alinhamento do projeto. Construções específicas, como em beiradas de estrada, devem seguir regras mais específicas.

11) Empilhadeiras sobrecarregadas – Primeiramente, o carro deve ter alguns itens checados, como óleo do motor, água no carburador, pneus, freio, etc.. Após tudo certo e um possível carregamento, o motorista deve garantir que a carga não afetará sua visão e que o peso não será maior do que o suportado, o que poderia acarretar num tombamento e machucar motorista, pessoas próximas e danificar a carga e a própria máquina.

12) Guindastes sem segurança – O guindaste só pode ser operado por pessoas treinadas e permitidas. Deve-se, antes de sua utilização, olhar a situação do painel de controle. Todos os botões devem estar rotulados e em perfeitas condições. Deve-se estar sempre atento à ruídos incomuns e parafusos soltos, além da situação do pneu e de toda a parte externa. O gancho, além de tudo, os cabos e o bloco do guindaste devem estar na mais perfeita ordem, pois são os itens que suportarão maior peso. Depois de tudo isso ser monitorado, poderá ser feita a utilização do mesmo.

13) Operação de elevação sem segurança – Todos os suportes devem ser feitos antes de qualquer elevação. Teste dos cabos, monitoramento de botões e de parafusos, deve estar tudo amarrado e bem seguro e a elevação deve ser feita com cuidado e devagar. Não é permitido funcionários serem elevados junto com a carga e tampouco ficar abaixo dela, esteja parada ou em movimento, evitando ferimentos.

14) Trabalho em alturas sem segurança – Toda e qualquer ação às alturas deve ser bem monitorada. Os operários devem estar com cadeirinhas e cabos de segurança específicos e em bom estado.

15) Uso de maquinas sem proteção – Os operadores devem utilizar o suporte necessário para o manejo das máquinas. Luvas apropriadas com capas de revestimento, óculos protetores, capacete e as máquinas devem estar em perfeitas condições de manuseio. Qualquer máquina deve ser operada por alguém que saiba como fazê-lo.

16) Acessos inseguros – Os funcionários de uma obra devem ter em mente que qualquer dano causado pode ser irreparável e que o momento no canteiro de obras requer escolhas corretas. Os acessos devem ser em locais próprios e com os equipamentos adequados para qualquer situação. Acesso de diferentes pavimentos saltando entre vãos e passar por tubos são meios perigosos que devem ser evitados. Escadas e passarelas devem estar de acordo com as recomendações, evitando o perigo.Um canteiro de obras oferece sempre muito perigo para os seus operários, por estar justamente em construção e não ter os aparatos necessários para a segurança que serão oferecidos após seu término. Apresentamos 16 desses principais riscos e como cada caso deve ser tratado e como deve-se estar sempre prevenido contra qualquer imprevisto.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Dicas

Cronograma para estudo de DP

Cursar Engenharia é igual cursar qualquer outro curso. Como todo curso, você precisa se DEDICAR, e isso requer prática, pois assim como tudo na vida, aprendemos e aperfeiçoamos com a prática e repetição. Quem não estuda vai mal com certeza. 
Embora muitos digam que não, dá perfeitamente para você ter uma vida social normal, sair com os amigos, ir para as baladas e trabalhar, mesmo cursando engenharia.
A dedicação que cada um tem para com o seus estudos é o que diferencia um aluno nota '10' de um aluno nota '7'. Muitas vezes o aluno nota 10 não trabalha, mora com os pais e a sua única preocupação são os seus estudos, mas não é exclusivamente esse perfil de aluno que tira a tão cobiçada nota 10, existe sim aqueles que trabalham, e tem família para sustentar que são bons alunos.
Qualquer pessoa pode ser sim um aluno nota 10, basta ter dedicação e perseverança.
A matemática de um curso superior é bem diferente da que você aprende no nível médio e isso acaba levando muitos alunos a pegarem DP logo nos primeiros semestres da faculdade. Para uns isso acaba que se tornando uma bola de neve e muitos desistem do sonho de fechar o curso em 5 anos e já se "conformam" em terminar em mais tempo. Isso é um erro que muitos cometem por que toda pessoa tem potencial de conseguir fechar um curso de engenharia em 5 anos e todos devem lutar por isso.

Abaixo segue um cronograma de estudos. Geralmente as matérias do "Disciplina Online" da UNIP são separadas em 9 módulos.
  • Dedique-se pelo menos 30 min do seu dia para resolver os exercícios propostos;
  • Separe um caderno para fazer anotações e resumos dos pontos mais importantes das matérias; 
  • Agende suas provas online antes da semana de provas;
  • Monte um grupo de estudos;
  • Dedique-se, essa é a única forma de você se sair bem.
 Bons estudos e boa sorte.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Hoje na Aula

Métodos de Pesquisa

Aula do dia 05/08/2013

Métodos de pesquisa são os conceitos e regras específicas para se realizar uma pesquisa, de modo que ela traga o resultado esperado, coerente com o assunto a ser pesquisado, de maneira clara, objetiva e com fontes confiáveis.

Na primeira aula de Métodos de pesquisa foi dado um cronograma de aulas orientativo.


O Livro utilizado para está matéria será o Fundamentos de Metodologia Cientifica, da Eva Maria Lakatos e Marina de Andrade Marconi, que você pode encontrar em PDF clicando aqui. OS capítulos abordados durante as aulas serão os 1, 2, 4 e 5.

No final da aula o Professor passou um exercício para ser entregue na próxima aula (Segunda 12/08).


Clicando aqui você encontra um post ensinando a resolver esse exercício.

1- LAKATOS, E Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Cientifica. São Paulo: Atlas, 2007
2- ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência. São Paulo: Loyola, 2005.
3- SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2002.
4- ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Cientifico: Elaboração de Trabalhos na Graduação. São Paulo: Atlas, 2003.
5- MARTINS, Gilberto de Andrade; THEOPHILO, Carlos Renato. Metodologia da Investigação Científica para Ciências Sociais Aplicadas. São Paulo: Atlas, 2007.


Informações PRÉ-TEXTUAIS
Capa (Obrigatório)
Folha de Rosto (Obrigatório)
Errata (Opcional)
Folha de Aprovação (Obrigatório)
Dedicatória (Opcional)
Agradecimentos (Opcional)
Epigrafe (Opcional)
Resumo na Língua Vernácula (Obrigatório)
Resumo na Língua Estrangeira (Obrigatório)
Sumário (Obrigatório)
Lista de Ilustrações (Opcional)
Lista de Abreviaturas e Siglas (Opcional)
Lista de Símbolos (Opcional)

Informações TEXTUAIS
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão

Informações PÓS-TEXTUAIS
Referencias (Obrigatório)
Apêndice (Opcional)
Anexo (Opcional)
Glossário (Opcional)

Fonte: Material dado em aula.